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Eduardo Bolsonaro fala em congelamento de bens de membros de ditaduras

O deputado federal reeleito Eduardo Bolsonaro (PSL/SP), que vem atuando como “chanceler simbólico do presidente eleito, afirmou nesta segunda-feira (26/11), em Washington, que estuda parcerias com os Estados Unidos da América para investigar crimes financeiros das ditaduras venezuelanas e cubanas. Segundo o parlamentar, a ação poderá ser coordenada pelo Itamaraty e pelo futuro Ministério da Justiça.
“Existem diversos instrumentos que o Brasil por anos, de maneira proposital, não levou a sério. São instrumentos que estão à mão. O futuro superministro Sérgio Moro sabe melhor do que ninguém sobre lavagem de capitais, combate ao crime organizado, convenção de Palermo. E junto com a equipe do embaixador Ernesto Araújo, tem muita coisa nessa área. Se você for congelar tudo aquilo que remete e passa pelas ditaduras cubana e venezuelana, pode dar um calote muito grande nesses ditadores”.

Jonas Mello

Jornalista radialista e editor-chefe do Jornal de Leste a Oeste e do blog do Jonas Mello

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